segunda-feira, 27 de junho de 2016

Ruy Silva



O decreto municipal nº 6.881/1987, no entanto, proíbe estabelecimentos de grande porte naquele trecho da via. Mesmo assim, a diretoria do Mundial informa, por meio de assessoria, que ainda não desistiu de erguer ali uma filial e que chegou a conseguir autorização para reformar o prédio, mas ela acabou revogada pela Secretaria municipal de Urbanismo. Sendo assim, a empresa agora estuda também se vende ou troca o terreno, pelo qual já recebeu de construtoras ofertas de até R$ 80 milhões.
O prédio-fantasma tem vidros estilhaçados e até uma árvore saindo pelo teto. Os tapumes estão tomados por cartazes irregulares. Procurada, a Secretaria Especial da Ordem Pública afirma que notificará e autuará as empresas responsáveis por eles.
Apesar do aparente abandono, o terreno é mantido limpo por funcionários do Mundial. A Coordenação de Vigilância Ambiental da Secretaria municipal de Saúde e Defesa Civil informa que vistoria o local constantemente e que, em julho, foram eliminados possíveis focos de dengue. Mesmo assim, as décadas de indefinição incomodam moradores dos arredores, como Ruy Silva.

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